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Cruzar os braços é compactuar com os crimes
21/8/13

Cruzar os braços é compactuar com os crimes

 O absurdo do projeto sete barragens ao longo do Rio Tapajós, continua causando preocupações aos que vivem nas comunidades ribeirinhas e ao povo Munduruku. Como o governo federal está impondo ditatorialmente o projeto, enviando inclusive 200 militares armados para garantir a invasão territorial, há os pessimistas que pensam que não há jeito de impedir as barragens; há os conformistas que se sentem importantes para defender a sua dignidade diante das agressões do governo federal.

Há também os políticos municipais, estaduais e federais que de modo interesseiro se calam, ou aplaudem a destruição do rio, florestas e ignoram os povos tradicionais que serão altamente prejudicados pelas hidroelétricas planejadas para o rio Tapajós. Porém, nem todos os habitantes da região se conformam com a desgraça e acreditam que ainda se pode barrar os crimes projetados.

O ministério Público Federal, a Ordem doa Advogados do Brasil na região, o Movimento Popular Tapajós Vivo, esses e outros acreditam que se pode salvar sim, o rio Tapajós e as populações ameaçadas. Basta que mais entidades da região sejam informadas das possibilidades constitucionais e compreendam que povo esclarecido e organizado pode barrar os crimes das hidroelétricas.

Daí, a importância da audiência pública a ser realizada no próximo dia 30 de agosto em Santarém. Deverão estar presentes para debater as vantagens e prejuízos do Projeto hidroelétrico no rio Tapajós, representantes do governo federal, Ministério Público Federal, especialistas nas questões técnicas, uma delegação de caciques Munduruku e todas as organizações sociais interessadas em defender o rio Tapajós e os povos da região.

A audiência pública a ser realizada em Santarém, será diferente das costumeiras faz de conta audiências que o governo convoca, apenas para cumprir a lei. Nesta convocada pela OAB e os movimentos sociais organizados, as autoridades serão provocadas a revelar os objetivos mais escondidos das construções de sete hidroelétricas num rio tão precioso como o Tapajós. A sociedade civil terá oportunidade de cobrar explicações, contestar e adquirir motivos para resistir a tão graves crimes.

 

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