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Extermínios indígena como de floresta continuam e novas leis estimulam
8/8/2013

 

Em Brasília quem domina a administração pública é o "partido" dos latifundiários, liderado pela senadora Kátia Abreu. Ela tem mais poder real do que a presidente Dilma Roussef. Uma nova Lei está quase aprovada, dando direito a empresas e latifundiários invadir terras indígenas para extrair minérios e madeira. A nova Lei só depende da presidente da República sancionar e esta segue as orientações da senadora Kátia Abreu, que é a líder dos latifundiários, ou ruralistas, como eles se intitulam.

Enquanto em Brasília criam novas Leis para atender interesses economicistas e lucros dos empresários, na Amazônia continua o desmatamento, tanto em florestas públicas, como em terras indígenas. Apesar do IBAMA e ICMBIO estarem na região, o desmatamento continua sendo registrado pelo satélite. A cada mês quilômetros de florestas vão ao chão.

 O estado do Pará é um dos campeões de mata no chão. Agora o governo planeja mais extermínio de povos indígenas com novas Leis de exploração mineral em terras indígenas e o plano de construir hidroelétricas na Amazônia. O povo Munduruku é uma das vítimas da sanha destruidora do governo e suas barragens. Sabendo que o povo Munduruku é guerreiro e valente, o governo federal tenta dividir os caciques, oferecendo favores para quebrar a união dos Munduruku.

 O prefeito de Jacareacanga se presta a dividir os indígenas porque tem interesses pessoais com a destruição das florestas. Ele que já foi funcionáriuo da FUNAI hoje trabalha pela destruição dos munduruku e faz o jogo oportunista do governo federal. Em recente assembleia de caciques lá em Jacareacanga ele usou de truculência contra os não índios e controlou a assembleia para pressionar os caciques a aceitarem a destruição do rio e da floresta.

A sociedade civil da Amazônia continua indiferente ao domínio do agronegócio, como se essas novas leis de invasões de terras indígenas não atingissem as vidas de todos os moradores da região e como se destruir povos indígenas não fosse crime. O cúmplice de um crime é criminoso também.

Mesmo que os ingênuos se calem, mesmo que os oportunistas  pressionem, não pode calar, quem tem consciência cidadã e respeito pelas vidas dos humanos e da mãe natureza.


 

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