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As veredas capciosas da UFOPA
31/05/2013

As veredas capciosas da UFOPA

Quando a alguns anos atrás estava sendo formada a Universidade Federal do Oeste do Pará, já alguns previram que não seria uma Universidade nova, original, com foco de tornar a Amazônia centro de ciência e a serviço de seus povos. Ela nasceu pro tempore em muitos sentidos. Uma das veredas suspeitas era aliança com empresas mineradoras da região.

Como ela foi criada de cima para baixo, a sociedade teve quase nada à contribuir. Hoje, já com várias turmas de estudantes dento das salas de aula, apesar das criticas ao eterno domínio pro tempore, chegaram as preocupações corretas da vereadora atuante na Câmara de vereadores de Santarém e nas bases populares. Ela levanta como que suspeita sobre as veredas dos seminários promovidos ou nâo, pela direção da UFOPA.

E tem razão, especialmente sobre os três últimos seminários realizados em Santarém, justamente nos salôes da Universidade. O primeiro tratava sobre o programa de hidroelétricas na Bacia do Tapajós. Trouxeram um funcionário do Ministério das Minas e Energia, que falando sozinho, tentou encher as cabeças dos jovens universitários com as vantagens e maravilhas das barragens no rio Tapajós.

Depois veio outro perito, que em outro seminário teve a audácia de afirmar que a preocupação com as mudanças climáticas é pura fantasia, pois esses fenômenos de tornados, secas, cheias e tsunâmes, entre outras desgracas, são meros atos normais da natureza. Agora, a vereadora , com razão denuncia mais um tipo de seminário sobre a exploração mineral, sem que a direção da UFOPA convide as comunidades interessadas em realizar esses projetos que as tratam apenas como obstáculos a serem afetados.

O caso exemplar da multinacional Alcoa ilustra a preocupação da vereadora com as veredas  trilhadas pela direção da UFOPA. Enquanto esses seminários tentam doutrinar os inexperientes jovens sobre o sucesso das hidroelétricas e mineradoras, a populações do município de Juruti estão denunciando a ilusão provocada pela Alcoa que leva a riqueza da bauxita e deixa a miséria à população.

A empresa estrangeira, ainda se considera vitima de invencôes dos  oradores e atribui as autoridades municipais e estaduais a responsabilidade de atender as necessidades dos moradores. É muito cinismo de lobo mal que come a chapelzinho Vermelho e quer a vovozinha também 

 

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