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Conferência da cidade é pra valer ou é fantasia?
21/5/2013

Conferência da cidade é pra valer ou é fantasia?

Está anunciada a Conferência da Cidade para Santarém nestes dias. A intenção constitucional é democratizar a participação dos moradores na organização da sua cidade. De acordo com a regra, as verbas e  projetos federais destinados ao município dependem das definições que a população esclarecida junto com seus gestores públicos definirem a organização de sua cidade.

O tema da próxima conferência da Cidade de Santarém é Quem muda a cidade somos nós: Reforma urbana já” Ah! Se fosse verdade!!! Por que a dúvida? Primeiro por que é tão pequena a participação da sociedade civil. Numa cidade como Santarém com 300 mil habitantes, com mais de 10 mil universitários, com 48 bairros e duas federações de associação de moradores, com tantas igrejas e comunidades religiosas, com mais de 15 sindicatos urbanos, com todas essas organizações sociais, a Conferência deveria ser feita por etapas e mais oportunidades de participação. Como não é assim, não se pode esperar grande participação.

Outra razão para a dúvida do sucesso, é que as autoridades públicas, que deveriam fazer  intensa campanha de mobilização, não parecem ter essa preocupação. Vão realizar o que manda estritamente a Lei, pois para elas basta um relatório  e a lista de presença, já que quem decide os rumos da administração publica são os interesses de grupos e a vontade do prefeito. Numa conferência da cidade bem feita será que iria aprovar um novo porto graneleiro bem dentro da cidade, como já foi anunciado ali na área do bairro Maicá?

Será que o saneamento básico ficaria mal feito como está e apenas em dois terminais de bairros, sem que haja fiscalização e acompanhamento? Numa reforma urbana, o prefeito ficaria indiferente à destruição dos igarapés do Urumari, Irurá, Juá e outros? Será que o bosque Saubal continuaria abandonado? Por isso e muito mais é que se lamenta a Conferência da Cidade não ter tanta participação. Será mais um faz de conta para justificar canalização de verbas federais sem tanta prioridade. Quem mesmo muda acidade?

 

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